terça-feira, 21 de abril de 2020

SOCIALISMO E "DIREITOS ANIMAIS"

Exitoína · 'A Fuga das Galinhas' ganhará primeira sequência após ...

Traduzido a partir do texto em inglês em: https://socialistworker.org/2009/10/26/socialism-and-animal-rights

26 de outubro de 2009

NOSSA SOCIEDADE se envolve em práticas cruéis com os animais. A expansão do capitalismo em todo o mundo encolheu ou destruiu seriamente o habitat natural de milhares de espécies, e os maus-tratos de rotina a animais criados e usados ​​para testes ou como alimentos estão bem documentados.

domingo, 1 de março de 2020

TRÊS FORMAS DE HISTÓRIA E CULTURA


Amiri Baraka (Leroi Jones), 1969

Sexo da nação com marca de giz, em paredes que nós, percussionistas
conhecemos
como catedrais. Cátedra, de um leite espumando carne.

Mulheres deslizando procurando telefones. Mapas
que choram
e estarão as mães e suas filhas escutando

aos professores de música. Pesados começos. Engenhos,
aprendendo
a América, como discurso, e um vazio comum. Canções batendo

dentro das faces de velhas mulheres. Batendo em baús de madeira.
Trens
indo em direção ao norte, apanhando o fogo infernal nas janelas, atravessando

as primeiras cidades ignóbeis do Missouri, para Ilinóis, e a ofegante
Chicago.
E então por todos os caminhos, vamos onde a carne é barata. Onde fábricas

permanecem abertas, queimando os chefes. Façam seu caminho! Através da névoa e da
história
Façam seu caminho, e sacudam o genérico, para que ele se abra por completo

e derrame as entranhas daquela doce coisa que ouvimos, e a qual
teorizamos.
Abram uma brecha, atravessem e cheguem, onde toda palavra é energia e há

o suficiente para qualquer coisa singular. Para todos os nossos magros profetas e ritmos.
Inteiros
chegamos e montamos barracos, e rodas de carteado, corações ocidentais à beira do abismo

do dizer. Lutando para equilibrar a maldade de céus particulares.
Raça
de homens loucos e gigantes.

Músicas de pedreiros. De sapateiros. Canções de exaustão completa.
Noites breves de faca balançando da boca úmida. Língua
que dança na meia-noite, as estações sacudindo nossas casas. Não
rasgue minhas roupas! Para duvidar do equilíbrio da miséria

foda embaralhada em abraço rasgando a carne. O Partido da Insana
Esperança, eu vim de lá também. Onde os mortos contaram mentiras
sobre uma bela justiça social. Caixões queimando votaram
e cambalearam por ruas frias e brancas ouvindo
a Wilkie ou Wallace ou Dewey através da face morta
de Lincoln. Eu vim de lá, e os arrotei para fora de mim.

Eu penso num tempo em que estarei tranquilo
Quando as chamas de paixões não-específicas se esgotarem.
E meus olhos e minhas mãos e minha mente puderem se voltar
e enternecer finalmente, e minhas músicas serão mais doces
e levemente flutuarão no ar.

terça-feira, 18 de abril de 2017

A ideologia burguesa nossa de cada dia – Episódio de hoje: "No BRT"


Uma noite de segunda-feira qualquer; uma estação de BRT no subúrbio do Rio de Janeiro. BRT são aquelas estações de ônibus que tem faixas especiais para o trajeto ser mais rápido que o trânsito escargótico da cidade. As laterais da estação têm portas de vidro que se abrem automaticamente, o que permite, ao menos pelo subúrbio, que algumas pessoas entrem sem pagar, por fora das catracas, sem que nenhum policial ou segurança venha agredi-las. No dia em questão, uma estudante sobe na estação dessa forma. É aí que nossa “história” começa.

domingo, 16 de abril de 2017

Trailers, filmes e fãs exagerados


O cinema, além de uma arte, é também uma indústria bilionária (com tudo o que isso significa no capitalismo monopolista de hoje em dia). Os trailers são elementos de marketing necessários para atrair um público. Quero comentar sobre 3 coisas que tem me incomodado em trailers nos últimos tempos, de um ponto de vista comercial e artístico.

sábado, 15 de abril de 2017

Sobre "A Cabana"


NOTA: 2,5/10

Fui assistir ao filme “A Cabana” portando apenas as seguintes informações: era baseado num best-seller mundial; tinha bons atores (Sam Worthington, Octavia Spencer); e uma sinopse interessante:

“Um homem vive atormentado após perder a sua filha mais nova, cujo corpo nunca foi encontrado, mas sinais de que ela teria sido violentada e assassinada são encontrados em uma cabana nas montanhas. Anos depois da tragédia, ele recebe um chamado misterioso para retornar a esse local, onde ele vai receber uma lição de vida.”

Pensei, na minha ingenuidade, que se tratava de um filme de suspense. Não poderia estar mais enganado.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

O aprendizado de idiomas e a lógica de academia


A lógica de academia é aquela na qual a pessoa acha que vai perder peso e ficar saudável simplesmente por pagar a conta da academia, mas nunca vai, não pratica atividade física e não come de forma saudável. É claro que não funciona. Cada vez mais, eu tenho visto uma variante dessa lógica em alunos que querem aprender idiomas. Paga-se o curso (ou o professor particular) e acha que só por fazer isso vai aprender inglês, francês ou espanhol; ou então “ficar fluente”.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Sobre o "Dia da Marmota" e nossas vidas


O "Dia da Marmota" (1993, traduzido no Brasil como "O Feitiço do Tempo") é um filme sobre um repórter, Phil (Bill Murray), que é arrogante e egocêntrico. Contrariado, ele viaja até uma cidadezinha do interior dos Estados Unidos para cobrir um bizarro evento local, o Dia da Marmota.

Phil e a equipe de reportagem chegam na cidade e se hospedam em um hotel. Na manhã seguinte, acordam cedo e realizam seu trabalho, entrevistando habitantes locais. Phil deseja ir embora o mais rápido possível. Porém, em razão de uma nevasca, a equipe não conseguem sair da cidade e é obrigada a adiar a partida. No dia "seguinte", porém, Phil descobre que está "preso" também no tempo. Começa a reviver os acontecimentos do mesmo dia, o Dia da Marmota. O mesmo ocorre no dia "seguinte", e no "seguinte": Phil acorda exatamente às 6 da manhã de 2 de fevereiro, repetidas vezes, e não sabe por que ou como acabar com isso.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Sobre "Rogue One - Uma História Star Wars"


NOTA: 7,0/10

Sou fã de Star Wars. Considero, portanto, que sou parte do público-alvo de "Rogue One - Uma História Star Wars", dirigido por Gareth Edwards. De cara, digo que achei o filme OK. Não é melhor que o episódio VII (2015) ou que a trilogia original (1977, 1980, 1983). Talvez nem seja melhor que o episódio III (2005), mas, ainda assim, é um filme... OK (digo isso encolhendo os ombros). "Rogue One" é o segundo filme da série produzido pela Disney depois da compra dos direitos da Lucasfilm.